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Domingo

A fotografia

O português procura uma foto sua para enviar à família em Portugal .
Como não achou, foi até ao banheiro para pentear o cabelo e sair para tirar uma foto.
Ao chegar no espelho percebeu sua imagem refletida e disse:
- 'Ora pois vou enviar esse espelho que tem a minha imagem e pronto, não preciso nem gastare dinheiro com foto.'
Quando o embrulho chegou em Portugal, seu pai foi logo abrindo curioso para ver
a foto de seu filho. Quando deparou com o espelhou gritou para Maria:
- 'Maria venha cá correndo, veja como nosso filho envelheceu, até parece um velho de 60 anos. E ainda está com cara de pinguço.'
Maria ao debruçar no ombro de Manoel, disse:
- 'Também pudera, com essa puta velha feia ..ao seu lado, só podia mesmo virar alcoólatra.'

Sábado

Sexta-feira

Dieta ou exercício


29/1/2010

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Exercício físico ou restrição alimentar. Qualquer dos dois fatores evitou que ratos obesos desenvolvessem disfunção cardíaca, segundo um estudo feito na Faculdade de Medicina em colaboração com a Escola de Educação Física e Esporte, ambas da Universidade de São Paulo (USP).

O trabalho indicou também que a associação das duas condutas não medicamentosas não resulta em benefício adicional na função cardíaca. A explicação dos pesquisadores para isso é que cada uma das intervenções isoladamente já é suficiente para evitar que a obesidade crônica provoque a disfunção cardíaca.

De acordo com Carlos Eduardo Negrão, diretor da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e orientador do estudo, as alterações cardíacas decorrentes da obesidade podem ser evitadas “se a restrição alimentar ou o exercício físico for utilizado como conduta não medicamentosa para interromper o processo de obesidade crônico”, disse.

Além de avaliar os efeitos do treinamento físico e da restrição alimentar na função cardíaca, um dos objetivos do estudo foi tentar esclarecer o papel dessas intervenções nos mecanismos moleculares envolvidos nas alterações cardíacas causadas pela obesidade.

Os resultados fazem parte da tese de doutorado “Efeito do treinamento físico e da restrição alimentar na função cardíaca e resistência à insulina em ratos obesos”, de Ellena Paulino, feita com apoio de Bolsa da FAPESP e defendida em novembro de 2009, com orientação de Negrão.

O docente também coordena o Projeto Temático “Exercício físico e controle autonômico na fisiopatologia cardiovascular”, apoiado pela Fundação, e é professor titular da Escola de Educação Física e Esporte da USP.

“O estudo acrescenta conhecimentos importantes sobre o papel do exercício e da restrição calórica nos mecanismos moleculares associados à função cardíaca na obesidade”, disse Negrão.

Na pesquisa, ratos wistar machos foram alimentados com dieta normocalórica (quantidade normal de calorias) ou hipercalórica (rica em gordura e açúcar) durante 25 semanas. Após esse período, os animais alimentados com a dieta hipercalórica foram subdivididos em quatro grupos e acompanhados por mais dez semanas.

No primeiro grupo, os ratos continuaram recebendo a dieta hipercalórica e foram mantidos sem treinamento físico. No segundo, continuaram com dieta hipercalórica e foram treinados. No terceiro, deixaram de receber esse dieta para serem submetidos à restrição alimentar (menos 20% da ingestão diária). No quarto grupo, os ratos foram submetidos ao treinamento físico e à restrição alimentar.

“Após a vigésima quinta semana, os animais submetidos à dieta hipercalórica não apresentavam alterações na função cardíaca, embora já apresentassem substancial ganho de peso”, explicou Ellena.

“Após mais dez semanas de alimentação rica em gordura e mais ganho de peso corporal, eles apresentaram alteração na força de contração do coração e nas proteínas moleculares envolvidas nessa função. Isso foi evitado nos animais submetidos ao exercício físico ou à restrição alimentar”, contou.

Outros benefícios

Outro resultado importante sobre o papel do exercício e da restrição alimentar alcançado no trabalho está relacionado ao metabolismo de lípides. “A restrição alimentar em associação com o exercício físico diminuiu significativamente a esteatose e a hipertrigliciridemia em animais obesos”, disse Ellena.

Mas se por um lado a associação da restrição alimentar e do exercício físico não mostrou efeito cumulativo nos parâmetros cardíacos, por outro lado essas duas intervenções associadas diminuíram a quantidade de gordura estocada no fígado de animais obesos (esteatose hepática) e, também, os níveis de triglicérides plasmático.

“Embora a restrição alimentar isoladamente diminua a quantidade de gordura acumulada no fígado, ela aumentou a concentração de triglicérides plasmático, o que sugere um aumento na resistência hepática à insulina. Esses são achados importantes. Sabe-se que a esteatose, triglicérides aumentados e a resistência à insulina elevam o risco de doença cardiovascular”, destacou Ellena.

Segundo a pesquisadora, o trabalho permite concluir que a restrição calórica e a prática de exercício devem ser recomendadas para a prevenção de alterações cardíacas e metabólicas causadas pela obesidade.

Maioria das mulheres perde quase 90% dos óvulos até os 30 anos, diz estudo

BBC


Um estudo das Universidades de St. Andrews e de Edimburgo, na Escócia, mostrou que por volta dos 30 anos a maioria das mulheres já perdeu quase 90% de seus óvulos.

Pela primeira vez uma pesquisa conseguiu avaliar o declínio da "reserva dos ovários", o número em potencial de óvulos com que uma mulher nasce e que pode produzir até a menopausa, por volta dos 50 anos.

A nova pesquisa fornece mais provas para a teoria que afirma que mulheres nascem com um número fixo de óvulos e este número vai diminuindo com a idade.

"Os modelos anteriores analisaram o declínio na reserva dos ovários, mas não analisaram a dinâmica desta reserva a partir da concepção", afirmou um dos pesquisadores, Tom Kelsey, da Escola de Ciências de Computação da Universidade de St. Andrews.

"Nosso modelo mostra que, para 95% das mulheres, na idade de 30 anos apenas 12% da sua reserva máxima dos ovários ainda está presente, e na idade de 40 anos, resta apenas 3% desta reserva", disse.

A pesquisa foi divulgada na publicação científica Public Library of Science One.

Diferenças

O estudo coletou informações de 325 mulheres na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa em idades diferentes e avaliou suas reservas de óvulos.

Segundo os pesquisadores, pode existir uma enorme diferença na quantidade de óvulos produzida por cada mulher. Algumas mulheres apresentam mais de dois milhões de óvulos em suas reservas enquanto outras, destinadas a iniciarem a menopausa mais cedo, têm apenas 35 mil óvulos.

A maioria das mulheres que atingem a menopausa em uma média de idade considerada normal, por volta dos 50 anos, apresentam uma reserva de 295 mil óvulos em cada ovário quando nascem.

Hamish Wallace, do Hospital de Edimburgo para Crianças Doentes e outro autor da pesquisa, afirmou que o estudo poderá ajudar a prever quais mulheres passarão mais cedo pela menopausa e quando é necessário congelar óvulos de mulheres que sofrem de câncer no ovário.

"Uma melhor compreensão da dinâmica da reserva do ovário vai nos ajudar a prever quais crianças e jovens, que passaram por tratamento de câncer, têm um risco maior de menopausa precoce. Estes pacientes poderão se beneficiar ao congelar seus óvulos antes do tratamento de câncer", afirmou.

Quinta-feira

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